terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Sem trégua

Não há trégua. O que eu sinto nunca vai mudar. Ódio, rejeição, revolta...
Quero mais é que morra, saia da minha vida.
Pelo menos eu tentei. Estou com a minha consciência limpa e a minha alma lavada.

Que venham os bons tempos, de felicidade e diversão!

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