A vida é tão complicada. Mas ao mesmo tempo é deliciosa. O que complica a vida são as pessoas, suas escolhas, suas limitações. Pra mim, o que a torna deliciosa são as pequenas coisas: passar um tempo sem fazer nada com quem se gosta, falar no telefone e sentir que a pessoa do outro lado quer falar com você, falar bobagens, lembrar dos tempos bons, saudades, carinho, atenção..
Às vezes eu penso que fiz errado ao escolher nascer de novo, se é que eu tive mesmo essa opção. Os problemas tomam conta da minha cabeça, só me atrapalham e eu só não consigo seguir em frente.. Bate o desespero, as boas lembranças se tornam difíceis de serem lembradas, doem e eu fico perdida, sem saber o que fazer.
Eu perdi o meu melhor amigo e não sei como reverter isso. O tempo passa lento, cada segundo sem ele é como se arrancassem um pedacinho de mim e eu não consigo me expressar sem me sentir uma total idiota, sem sentir que no fundo ninguém entende realmente.
Pra que viver se eu perdi o que eu tinha de mais precioso? Como conviver com a culpa, o remorso e a saudade? Eu não consigo fingir que não aconteceu que nem você.
Meu botão de "foda-se" quebrou há muito tempo, quando eu te conheci e passei a me importar. Agora eu não posso mais fazer confidências, não recebo mais apoio nem atenção. Você não prometeu ser meu amigo? Você não quis ser meu amigo? O que mudou se o que nós sempre fomos amigos acima de tudo? Eu não entendo.
O tempo me mata. Várias teorias consomem a minha cabeça. E eu perdi a única pessoa com quem eu podia conversar também sobre isso.
Eu preciso me reencontrar, lembrar de como eu era antes e voltar pra lá porque é seguro, é o que eu preciso agora. Mas eu ainda não sei como. Vai ser uma longa jornada..
terça-feira, 24 de julho de 2007
terça-feira, 17 de julho de 2007
Reflexões
Agora, nesse exato momento, percebi que tenho uma certa tendência a me humilhar pelo que eu acredito.. O pior é que eu não me sinto humilhada até cair a ficha e perceber que tudo o que eu fiz foi em vão..
Será que é um defeito?
Um conhecido uma vez questionou no seu blog: "Há de se perder um amor se for o amor da sua vida?".
Na hora eu não respondi, mas agora eu percebo.. Há de se perder um amor se for o amor da sua vida, e não da dele (a).
Eu sou dramática.. Queria poder mudar, mas os acontecimentos não deixam..
Será que é um defeito?
Um conhecido uma vez questionou no seu blog: "Há de se perder um amor se for o amor da sua vida?".
Na hora eu não respondi, mas agora eu percebo.. Há de se perder um amor se for o amor da sua vida, e não da dele (a).
Eu sou dramática.. Queria poder mudar, mas os acontecimentos não deixam..
Ctrl +C, Ctrl + V..
Aprendi...
Que amores eternos podem acabar em 1 noite; Que grandes amigos podem se tornar ferrenhos inimigos; Que o amor, sozinho, não tem a força que imaginei; Que ouvir aos outros é o melhor remédio e o pior veneno; Que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal gastamos uma vida inteira para conhecer a nós mesmos; Que confiança não é questão de luxo, e sim de sobrevivência; Que os poucos amigos que te apóiam na queda, são muito mais fortes do que os muitos que te empurram; Que o “nunca mais“ nunca se cumpre; Que o “para sempre“ sempre acaba; Que minha família com suas 1000 diferenças, está sempre aqui quando eu preciso; Que ainda não inventaram nada melhor do que colo de mãe desde que o mundo é mundo; Que vou sempre me surpreender, seja com os outros ou comigo; Que vou cair e levantar milhões de vezes... e ainda não vou ter aprendido tudo..
[anônimo]
Que amores eternos podem acabar em 1 noite; Que grandes amigos podem se tornar ferrenhos inimigos; Que o amor, sozinho, não tem a força que imaginei; Que ouvir aos outros é o melhor remédio e o pior veneno; Que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal gastamos uma vida inteira para conhecer a nós mesmos; Que confiança não é questão de luxo, e sim de sobrevivência; Que os poucos amigos que te apóiam na queda, são muito mais fortes do que os muitos que te empurram; Que o “nunca mais“ nunca se cumpre; Que o “para sempre“ sempre acaba; Que minha família com suas 1000 diferenças, está sempre aqui quando eu preciso; Que ainda não inventaram nada melhor do que colo de mãe desde que o mundo é mundo; Que vou sempre me surpreender, seja com os outros ou comigo; Que vou cair e levantar milhões de vezes... e ainda não vou ter aprendido tudo..
[anônimo]
POR QUE TEMOS TANTO MEDO DE AMAR?
É incrível como criamos inúmeras maneiras de nos defender, de nos proteger do sofrimento. Creio que passamos a maior parte de nossas vidas criando novas e mais poderosas formas de não nos expormos. Assumimos papéis, inventamos máscaras, palavras e trejeitos... com um único objetivo: não sofrer.
por Rosana Braga
Aprendemos, desde muito cedo, que o sofrimento chega quando estamos expostos, vulneráveis, abertos para o outro... e isso é verdade. E, assim, acreditamos que só há uma maneira de não sofrermos: nos fechando, nos defendendo, nos protegendo do outro... e isso é mentira! Simplesmente porque não existe nenhuma maneira de não sofrermos.
Proteger-nos do outro é não demonstrar o que sentimos, o quanto amamos; é não compartilhar, não “precisar” (no sentido de admitir que desejamos intimidade com o outro). No entanto, não nos damos conta de que enquanto nos protegemos, tornamo-nos reféns de nós mesmos, transformamos nosso próprio coração numa prisão. Iludidos com a sensação de uma segurança que definitivamente não existe, abrimos mão da possibilidade de experimentarmos sentimentos imperdíveis!
Podemos perceber que estamos nos defendendo do amor quando usamos expressões como: “eu gostaria que ele me desse mais carinho, mas não tenho que pedir isso!” ou “se ele não demonstra que me ama, por que eu deveria fazer isso?”
O problema é quando norteamos nossa vida a partir do outro: “se ele não fizer isso, eu também não faço”, “se ele não disser, eu também não digo”, “se ele não demonstrar, eu também não demonstro”! Poxa! Que raio de contabilidade miserável é essa? O amor não funciona desse jeito e, assim, continuaremos todos morrendo de solidão, carência, angústia e depressão!
Que tal começarmos a agir por nossa própria conta e risco!
Sim, amar é um risco, um enorme risco, mas que não inclui apenas o sofrimento. Neste pacote também está incluso o risco (absolutamente provável) de sermos correspondidos, amados, respeitados, queridos e tudo o mais que possa haver de bom no exercício de compartilhar amor.
E aí as pessoas vêm com essa: “mas eu não estarei me desrespeitando se pedir amor, se der mais do que receber, se me expor a esse ponto?”... E eu respondo com outra pergunta: O que é se desrespeitar? Para mim, desrespeitar-se é fazer algo que você não gostaria de estar fazendo ou, ao contrário, é não fazer algo que você gostaria de estar fazendo.
Portanto, a pergunta mais importante é: o que você quer fazer? Compartilhar seu amor, dar carinho, pedir carinho, demonstrar o que sente, falar sobre seus sentimentos? Então, faça isso! Não desperdice sua vida à espera da “permissão” do outro. Não meça a sua capacidade de amar e de se expor e de se tornar vulnerável a partir do outro. Assuma-se, admita-se e, sobretudo, acolha-se!
Vá se percebendo, abrindo-se aos pouquinhos, pedindo devagarzinho... porque assim fica mais fácil reconhecer e respeitar seu limite. E entenda por limite a “linha” que separa o seu desejo da sua verdadeira percepção de que já se deu o quanto gostaria de se dar. Porque, obviamente, não estou defendendo a idéia de que você passe a vida inteira se doando para alguém que não tem espaço para te receber. No momento em que sentir que atingiu seu limite, aja com amor-próprio e recolha-se, para se dar a chance de compartilhar o seu amor com alguém que tem espaço para isso.
Enfim, minha sugestão é que paremos, de uma vez por todas, de justificar nossas atitudes (ou não-atitudes) a partir do outro. Que possamos assumir, pelo menos para nós mesmos e se for o caso, que temos medo de sofrer e, por isso, preferimos não nos expor, não pedir, não demonstrar, não expressar e, tantas vezes, não amar...
Porque quando conseguirmos reconhecer esse medo, certamente nos tornaremos mais dispostos e disponíveis para o amor. Teremos compreendido, finalmente, que não-sofrer é impossível. Sofrer faz parte do processo de viver, é inevitável. Mas não-amar talvez esteja sendo uma escolha ingênua e infantil, infelizmente feita por muito mais pessoas do que supomos.
A dica é: não desperdice sua energia e seu tempo evitando a dor. Não seja refém de seus medos. Apenas aceite-os e lembre-se de que cada um tem os seus; todos temos!
Aproveite sua vida amando tanto quanto desejar, tanto quanto sentir... e tenha a certeza de que nunca será “menos” por isso. Muito pelo contrário, estará conseguindo ser o que todos nós desejamos: corajosamente amante!
*.*.* Hoje em especial eu me sentindo muito menos, só por ser o que e quem eu sou *.*.*
por Rosana Braga
Aprendemos, desde muito cedo, que o sofrimento chega quando estamos expostos, vulneráveis, abertos para o outro... e isso é verdade. E, assim, acreditamos que só há uma maneira de não sofrermos: nos fechando, nos defendendo, nos protegendo do outro... e isso é mentira! Simplesmente porque não existe nenhuma maneira de não sofrermos.
Proteger-nos do outro é não demonstrar o que sentimos, o quanto amamos; é não compartilhar, não “precisar” (no sentido de admitir que desejamos intimidade com o outro). No entanto, não nos damos conta de que enquanto nos protegemos, tornamo-nos reféns de nós mesmos, transformamos nosso próprio coração numa prisão. Iludidos com a sensação de uma segurança que definitivamente não existe, abrimos mão da possibilidade de experimentarmos sentimentos imperdíveis!
Podemos perceber que estamos nos defendendo do amor quando usamos expressões como: “eu gostaria que ele me desse mais carinho, mas não tenho que pedir isso!” ou “se ele não demonstra que me ama, por que eu deveria fazer isso?”
O problema é quando norteamos nossa vida a partir do outro: “se ele não fizer isso, eu também não faço”, “se ele não disser, eu também não digo”, “se ele não demonstrar, eu também não demonstro”! Poxa! Que raio de contabilidade miserável é essa? O amor não funciona desse jeito e, assim, continuaremos todos morrendo de solidão, carência, angústia e depressão!
Que tal começarmos a agir por nossa própria conta e risco!
Sim, amar é um risco, um enorme risco, mas que não inclui apenas o sofrimento. Neste pacote também está incluso o risco (absolutamente provável) de sermos correspondidos, amados, respeitados, queridos e tudo o mais que possa haver de bom no exercício de compartilhar amor.
E aí as pessoas vêm com essa: “mas eu não estarei me desrespeitando se pedir amor, se der mais do que receber, se me expor a esse ponto?”... E eu respondo com outra pergunta: O que é se desrespeitar? Para mim, desrespeitar-se é fazer algo que você não gostaria de estar fazendo ou, ao contrário, é não fazer algo que você gostaria de estar fazendo.
Portanto, a pergunta mais importante é: o que você quer fazer? Compartilhar seu amor, dar carinho, pedir carinho, demonstrar o que sente, falar sobre seus sentimentos? Então, faça isso! Não desperdice sua vida à espera da “permissão” do outro. Não meça a sua capacidade de amar e de se expor e de se tornar vulnerável a partir do outro. Assuma-se, admita-se e, sobretudo, acolha-se!
Vá se percebendo, abrindo-se aos pouquinhos, pedindo devagarzinho... porque assim fica mais fácil reconhecer e respeitar seu limite. E entenda por limite a “linha” que separa o seu desejo da sua verdadeira percepção de que já se deu o quanto gostaria de se dar. Porque, obviamente, não estou defendendo a idéia de que você passe a vida inteira se doando para alguém que não tem espaço para te receber. No momento em que sentir que atingiu seu limite, aja com amor-próprio e recolha-se, para se dar a chance de compartilhar o seu amor com alguém que tem espaço para isso.
Enfim, minha sugestão é que paremos, de uma vez por todas, de justificar nossas atitudes (ou não-atitudes) a partir do outro. Que possamos assumir, pelo menos para nós mesmos e se for o caso, que temos medo de sofrer e, por isso, preferimos não nos expor, não pedir, não demonstrar, não expressar e, tantas vezes, não amar...
Porque quando conseguirmos reconhecer esse medo, certamente nos tornaremos mais dispostos e disponíveis para o amor. Teremos compreendido, finalmente, que não-sofrer é impossível. Sofrer faz parte do processo de viver, é inevitável. Mas não-amar talvez esteja sendo uma escolha ingênua e infantil, infelizmente feita por muito mais pessoas do que supomos.
A dica é: não desperdice sua energia e seu tempo evitando a dor. Não seja refém de seus medos. Apenas aceite-os e lembre-se de que cada um tem os seus; todos temos!
Aproveite sua vida amando tanto quanto desejar, tanto quanto sentir... e tenha a certeza de que nunca será “menos” por isso. Muito pelo contrário, estará conseguindo ser o que todos nós desejamos: corajosamente amante!
*.*.* Hoje em especial eu me sentindo muito menos, só por ser o que e quem eu sou *.*.*
sábado, 14 de julho de 2007
Reflexões
Percebi que tenho a péssima mania de reclamar de tudo. Não sei quando esse mau hábito começou, mas eu acabei me tornando uma pessoa rabugenta, que quando fica de mau humor, reclama até do fato do sol ter nascido naquele dia..
Eu me lembro que quando menor, eu era muito feliz, ria de tudo, chegava a ser até meio boba. Boba, mas ainda sim eu mesma. Hoje eu sou uma outra pessoa, a quem não reconheço e nem admiro mais.
Nem todas as mudanças são para pior, mas essa foi e até hoje eu estou tentando encontrar o caminho de volta. Achar algo que me faça realmente feliz. Quando eu penso que encontrei, vejo que estou errada e que perdi tempo investindo em algo sem retorno. Eu sei que um dia, eventualmente, o que me faz feliz vai aparecer, mas não posso deixar de sentir um certo desânimo por ainda não ter aparecido, mesmo não tendo esse direito. Afinal, o que me falta na vida? Eu tenho uma família que me ama, comida na minha mesa, estudo na faculdade que eu escolhi, tenho amigos, onde morar e conforto mais do que necessário para a minha insignificante existência. Mesmo assim, às vezes eu me sinto presa dentro da minha cabeça, como se nada tivesse solução. Como se não fosse muito útil a minha passagem por aqui, como se eu, de alguma forma, estivesse no caminho errado. E tudo fica muito confuso... Às vezes eu tento dar o melhor de mim, mas nunca parece o bastante.
Ontem eu estava assistindo o filme "À espera de um milagre". São essas pequenas coisas que me tocam, que me fazem pensar. Como na parte em que o dia da excução de John Coffey está chegando e ele fala que é melhor assim, pois não aguenta mais a maldade do mundo. São essas coisas que me fazem querer mudar o mundo, mas não me sinto capaz.
O que será que gerou toda essa maldade? O que fez dessas pessoas que cometem crimes e atrocidades, o que elas são hoje? Eu não consigo identificar quando eu mudei. Será que elas conseguem? Será que esse mundo ainda tem jeito? Por mais que eu pense, não acho que a resposta virá tão cedo.
Eu me lembro que quando menor, eu era muito feliz, ria de tudo, chegava a ser até meio boba. Boba, mas ainda sim eu mesma. Hoje eu sou uma outra pessoa, a quem não reconheço e nem admiro mais.
Nem todas as mudanças são para pior, mas essa foi e até hoje eu estou tentando encontrar o caminho de volta. Achar algo que me faça realmente feliz. Quando eu penso que encontrei, vejo que estou errada e que perdi tempo investindo em algo sem retorno. Eu sei que um dia, eventualmente, o que me faz feliz vai aparecer, mas não posso deixar de sentir um certo desânimo por ainda não ter aparecido, mesmo não tendo esse direito. Afinal, o que me falta na vida? Eu tenho uma família que me ama, comida na minha mesa, estudo na faculdade que eu escolhi, tenho amigos, onde morar e conforto mais do que necessário para a minha insignificante existência. Mesmo assim, às vezes eu me sinto presa dentro da minha cabeça, como se nada tivesse solução. Como se não fosse muito útil a minha passagem por aqui, como se eu, de alguma forma, estivesse no caminho errado. E tudo fica muito confuso... Às vezes eu tento dar o melhor de mim, mas nunca parece o bastante.
Ontem eu estava assistindo o filme "À espera de um milagre". São essas pequenas coisas que me tocam, que me fazem pensar. Como na parte em que o dia da excução de John Coffey está chegando e ele fala que é melhor assim, pois não aguenta mais a maldade do mundo. São essas coisas que me fazem querer mudar o mundo, mas não me sinto capaz.
O que será que gerou toda essa maldade? O que fez dessas pessoas que cometem crimes e atrocidades, o que elas são hoje? Eu não consigo identificar quando eu mudei. Será que elas conseguem? Será que esse mundo ainda tem jeito? Por mais que eu pense, não acho que a resposta virá tão cedo.
quinta-feira, 12 de julho de 2007
A procura do homem perfeito!
Finalmente, está tudo mais ou menos resolvido.. só ele quer se enganar, mas não me engana mais. Está acabado e eu até agradeço a ele toda a enrolação, toda a raiva, toda a tristeza que ele me fez passar porque quando chegar a hora de falar "acabou", eu não vou desmoronar que nem eu faria antes. Somente vou dizer que já sabia e seguir a minha vida. O meu coração virou gelo e as minhas lágrimas secaram. Eu aprendi por mal que a pessoa mais importante da minha vida sou eu mesma.
"Encontre um homem que te chame de linda em vez de gostosa. Que te ligue de volta quando você desligar na cara dele. Que deite embaixo das estrelas e escute as batidas do seu coração, ou que permaneça acordado só para observar você dormindo. Espere pelo homem que te beije na testa. Que queira te mostrar para todo mundo mesmo quando você está suada. Um homem que segure sua mão na frente dos amigos dele. Que te ache a mulher mais bonita do mundo mesmo quando você está sem nenhuma maquiagem e que insista em te segurar pela cintura. Aquele que te lembra constantemente o quanto ele se preocupa com você e o quanto sortudo ele é por estar ao seu lado. Espere por aquele que esperará por você... Aquele que vire para os amigos e diga: É ELA..." [anônimo]
"Encontre um homem que te chame de linda em vez de gostosa. Que te ligue de volta quando você desligar na cara dele. Que deite embaixo das estrelas e escute as batidas do seu coração, ou que permaneça acordado só para observar você dormindo. Espere pelo homem que te beije na testa. Que queira te mostrar para todo mundo mesmo quando você está suada. Um homem que segure sua mão na frente dos amigos dele. Que te ache a mulher mais bonita do mundo mesmo quando você está sem nenhuma maquiagem e que insista em te segurar pela cintura. Aquele que te lembra constantemente o quanto ele se preocupa com você e o quanto sortudo ele é por estar ao seu lado. Espere por aquele que esperará por você... Aquele que vire para os amigos e diga: É ELA..." [anônimo]
domingo, 8 de julho de 2007
Desisti..
Mais perfeita só se eu tivesse escrito..
Jota Quest - Já Foi
Eu sempre quis fazer você feliz
Às vezes, me deixava pra outra hora
Eu sempre quis falar o que eu sentia
Mas dessa vez foi o silêncio que falou por mim
Eu sempre me esforcei pra te incentivar
Tua falta de caminho me detinha a intenção
Eu sempre te dexei bem à vontade
Mas tua falta de vontade me desmotivou
Quer saber? Já foi
Vou cuidar de mim
Quer saber? Eu quero alguém pra dividir
Gostar de quem gosta de mim
Eu sempre acreditei muito em nós dois
Primeiro em você, depois em mim, éramos nós
Eu sempre quis fazer a minha parte
Mas você não faz mais parte
Da metade de nós dois
E quanto a gente paga
Pelos sonhos que deixou?
E quanto vale
O tempo todos que vivemos
Correndo atrás dos sonhos
Pra viver só de amor?
E quanto a gente paga
Pelos sonhos que deixou?
Jota Quest - Já Foi
Eu sempre quis fazer você feliz
Às vezes, me deixava pra outra hora
Eu sempre quis falar o que eu sentia
Mas dessa vez foi o silêncio que falou por mim
Eu sempre me esforcei pra te incentivar
Tua falta de caminho me detinha a intenção
Eu sempre te dexei bem à vontade
Mas tua falta de vontade me desmotivou
Quer saber? Já foi
Vou cuidar de mim
Quer saber? Eu quero alguém pra dividir
Gostar de quem gosta de mim
Eu sempre acreditei muito em nós dois
Primeiro em você, depois em mim, éramos nós
Eu sempre quis fazer a minha parte
Mas você não faz mais parte
Da metade de nós dois
E quanto a gente paga
Pelos sonhos que deixou?
E quanto vale
O tempo todos que vivemos
Correndo atrás dos sonhos
Pra viver só de amor?
E quanto a gente paga
Pelos sonhos que deixou?
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Deus meu!
Tanta coisa mais importante pra pensar e meu cérebro parece que foi consumido por todos os assuntos fúteis recorrentes na minha vidinha insignificante!
Tem coisas que eu preciso até escrever para não esquecer. Sem uma ordem prioritária, aqui estão [nem todas] as coisas que eu desejo fazer esse semestre e ao longo da minha vida:
* Atividades físicas
* Francês
* Trabalhos [os milhares deles pendentes]
* Me formar em história
* Arqueologia
* Intercâmbio entre faculdades
* Intercâmbio internacional
* Viajar muito
* Ter um filho
* Ser independente
* Não me casar [essa é uma coisa que eu não quero fazer numa lista de coisas que eu deveria querer.. mas tudo bem.. lol]
* Dar aulas em universidade
* Dar um jeito na minha vida amorosa
* Dar um jeito em mim mesma
* Cortar o cabelo bem curto
* etc, etc, etc...
Tanta coisa mais importante pra pensar e meu cérebro parece que foi consumido por todos os assuntos fúteis recorrentes na minha vidinha insignificante!
Tem coisas que eu preciso até escrever para não esquecer. Sem uma ordem prioritária, aqui estão [nem todas] as coisas que eu desejo fazer esse semestre e ao longo da minha vida:
* Atividades físicas
* Francês
* Trabalhos [os milhares deles pendentes]
* Me formar em história
* Arqueologia
* Intercâmbio entre faculdades
* Intercâmbio internacional
* Viajar muito
* Ter um filho
* Ser independente
* Não me casar [essa é uma coisa que eu não quero fazer numa lista de coisas que eu deveria querer.. mas tudo bem.. lol]
* Dar aulas em universidade
* Dar um jeito na minha vida amorosa
* Dar um jeito em mim mesma
* Cortar o cabelo bem curto
* etc, etc, etc...
Ignorar o ignorante?
Ignorar? Gelar? Fingir que nada aconteceu? Será que é essa mesmo a saída?
Senhor meu amigo, se você estiver errado, vai ter que me arranjar outro namorado..
Aliás, será que eu quero um namorado?
[pensando pensando pensando]
Senhor meu amigo, se você estiver errado, vai ter que me arranjar outro namorado..
Aliás, será que eu quero um namorado?
[pensando pensando pensando]
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Como?
Como a gente vai se entender se você não quer?
Por que ficar me segurando, me impedindo de conhecer novas pessoas, novas bocas, novas sensações se você não quer ficar comigo? Por que me enrolar desse jeito, me fazer sofrer cada dia mais, figindo que nada está acontecendo?
Eu sei que fiz uma promessa para mim mesma de que o assunto desse blog iria mudar, mas não dá. Coisas mal resolvidas são o meu ponto fraco, tomam conta dos meus pensamentos e me atrapalham de todos os modos possíveis. Só quem tinha que perceber isso que não percebe..
[Férias férias férias! = Trabalhos, dor de cabeça e "solteirisse"??]
Por que ficar me segurando, me impedindo de conhecer novas pessoas, novas bocas, novas sensações se você não quer ficar comigo? Por que me enrolar desse jeito, me fazer sofrer cada dia mais, figindo que nada está acontecendo?
Eu sei que fiz uma promessa para mim mesma de que o assunto desse blog iria mudar, mas não dá. Coisas mal resolvidas são o meu ponto fraco, tomam conta dos meus pensamentos e me atrapalham de todos os modos possíveis. Só quem tinha que perceber isso que não percebe..
[Férias férias férias! = Trabalhos, dor de cabeça e "solteirisse"??]
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